Autor: Ronaldo Nunes
•5/21/2010 02:27:00 PM

O melhor momento para o sábio não é quando ele escreve ou discursa, mas sim quando ele se recolhe. Neste momento surgem grandes idéias e uma oportunidade de analisar os fatos de uma maneira mais sensata. Pois os que muito falam, não tem tempo para ouvir algo e consequentemente aprender alguma coisa de importante. Algo como saber o momento certo para falar e para calar.
Graças a leitura sobre grandes homens da nossa história e também por homens do meu cotidiano, como meu avô, tenho aprendido a valorizar meu silêncio.Não quero ser alguém que simplesmente fala bem, diz coisas agradáveis e ao mesmo tempo ser incapaz de obter controle sobre acontecimentos que me cercam. Quero sim, mudar para melhor o meio onde vivo, mas só quando eu souber controlar minhas vontades e anseios. Pois é inegável que tudo que fazemos é por pura vaidade, conscientemente ou inconscientemente, sem exageros, basta tirarmos como exemplo o simples fato de amarmos alguém. Quando gostamos de alguma pessoa é simplesmente porque ela nos traz benefícios diretamente ou indiretamente, talvez pelo simples fato da companhia, talvez por ser atenciosa, ou por qualquer outro motivo. Tudo é baseado em nossos interesses. Então só quando eu souber avaliar se essa minha vaidade é excessiva, ou se ela esta me fazendo bem ou mal a ponto de não mais saber controlar minhas vontades, é que conseguirei contribuir com algo produtivo e quem sabe influenciar o meio onde vivo de uma maneira positiva.




Ronaldo Nunes
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2 comentários:

On 15 de julho de 2011 11:28 , Angelina Miranda disse...
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On 15 de julho de 2011 11:29 , Angelina Miranda disse...

Há algumas implicações gostamos do outro pelo o que ele faz e é, pensa e age, ou simplesmente por que ele nos dá atenção? Estamos sempre com o anseio de achar nos outros o que não temos em nós, ou até temos mas ainda não sabemos.
Que bonita reflexão, verdadeira... Pois quando escrevemos sobre nós também estamos falando do próximo, o alcance é infindável.