Autor: Ronaldo Nunes
•2/14/2011 07:28:00 PM

Disseste tudo
E não falaste nada

Falastes muito
E pouco expressastes

Teus anseios...
Teus receios...
Teu querer …

De ser imperfeito
Na perfeição
De nada ser!

Em meio a vontade
Se perdeu...
O teu querer
O teu saber
O teu atino,
Não consegue mais se ver!

Quis ser homem ainda menino
Mas sendo homem
Não deixou a sua meninice partir

Brincava pouco
Sonhava muito
Não precisava de motivos para sorrir

Viu a noite
Teve medo da solidão
Se viu perdido
Mas se achou na imensidão

De incertezas...
De fraquezas...

Imensidão!!

Dos planos mais que perfeitos
Arquitetados pelo criador
E vivenciados por sua criação.



Ronaldo Nunes
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1 comentários:

On 21 de fevereiro de 2011 19:03 , Carmen Regina Dias disse...

E assim vamos, poeta, caminhando no tempo de tudo que se vai criando vida a fora.
Bom quando ela vem, poesia, na alma, e levanta
o astral da gente, e mostra como a vida é interessante, e como tudo que se viveu e se vai vivendo valeram a pena.
É a vida. Como ela é. Um rastro que se deixa no mesmo caminho em que viajam as estrelas.
Em dois toques ela se faz. E se torna perfeita no poema.