Autor: Ronaldo Nunes
•8/02/2011 10:06:00 AM

Sou o poeta das boas novas
Que por estas não tem sido contemplado
Sou o poeta dos sonhos
Mesmo estando quase sempre acordado
Sou utópico
Sou irreal
Sou o que sonha o impossível
Para se tornar possível no final

De certo que tudo finda
Tudo há de ter um fim
Enquanto não finda o sofrimento
Cultivo a esperança que dentro de mim

Sou o poeta das ilusões, poeta das coisas e das causas
Pois a indiferença aos poucos é que me mata
E se morto ficam folhas
Folhas, folhas...
Folhas rabiscadas
Estas quiçá serão lidas
Se não, ficarão jogadas as traças.



Ronaldo Nunes
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