Autor: Ronaldo Nunes
•5/29/2012 01:13:00 PM


Não quero mostrar o quanto te amo.
Tenho receio de que aches pouco.  Por isso, simplesmente te amo.




Ronaldo Nunes
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Autor: Ronaldo Nunes
•5/22/2012 03:10:00 PM


                                                     __

Sob a incumbência de escrever a respeito de uma obra intitulada A Crítica da Razão Pura, fui interrompido por uma linda mocinha no auge dos seus cinco aninhos. Menina ativa, sorridente, inteligente, comunicativa... Falou-me de coisas simples, das quais me trouxeram pensamentos complexos. Fiquei pensando em como é possível ser tão leve, mesmo carregando consigo tantas qualidades inatas que o tempo insiste em deturpá-las...
                Bom, isso é complexo! O quanto eu nem sei, assim como ainda não sei também o que falar sobre A Crítica da Razão Pura. Mas quer saber... Analisando de forma crítica, não há nada mais puro e cheio de razão do que as doces palavras de uma criança.

                                                                __



Ronaldo Nunes
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Autor: Ronaldo Nunes
•5/06/2012 09:24:00 PM


-Pois é, me rendi aos encantos da lua! Hoje andei olhando pra ela e de supetão saiu isso: 


Sob uma cortina levemente densa,
lá está a lua!
Imponente,
cheia de vida; brilho. Rainha da noite.
E essa cortina de nuvens, feita a de um teatro;
Abre-se, dá início ao espetáculo.
Silêncio!
Apenas admiremos...
Leve como um balé, melancólica como um drama.
Lua linda, linda lua.
Ainda que haja estrelas, o show é teu!
E neste monólogo, pausa! (...) Silêncio novamente!
Ouçamos a poesia que declamas!
Lua linda, linda lua, enluarada.
-As estrelas que pensávamos pulsar...
... Enganados estávamos-
Palmas! Sim, eram palmas... Palmas em reverência a todo o teu talento.
Por fazer-nos a nós todos, ainda que distantes,
ao teu brilho estarmos atentos.




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Autor: Ronaldo Nunes
•5/04/2012 07:13:00 PM



Lembro-me de um passado recente
onde o branco
reluzia feito ouro,
onde a riqueza
era teu corpo,
Onde o prazer era um (a)mar.
Anteontem
Me fiz aventureiro,
me joguei por inteiro
mesmo sem ao menos
saber nadar.
E assim, afoguei-me...
Mas morrer de amor,
que mal nisto há?!





Ronaldo Nunes





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Autor: Ronaldo Nunes
•5/02/2012 11:37:00 PM




                                                                 A

     A          N          A

                                                                 A


Peguei-me pensando em teu nome, na simplicidade dessas idas e vindas de um olhar para a mesma conclusão... Na complexidade destas duas letras. Áene, êne-a. Ah... Ãná.

Tanto faz a ordem! O fator não é alterado. Sou capaz de te ver em todas as coisas, e de ler o teu nome até ao contrário.








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